domingo, 12 de agosto de 2012

meus dias de poeta acabaram.
sou um fingido, um falastrão,
que sempre gostou de rimar versos pobres
com coração, um metido á besta.
um procrastinador de coisas certas
e fazedor de de coisas tortas,
um avesso á festas que acha alguém se importa,
o que reclama quando a sorte lhe bate à porta,
que se acha tão importante que até faz uma despedida pra um
blog que ninguém visita ou gosta.
um que se acha vinicius e se comporta como
um boêmio, cheio de vícios, como se o fosse melhorar,
lhe dar charme, ignorando realmente aquilo que o vale.

Sem mais entrelinhas e idéias implícitas,
Oh jesus,ilumina a esse menino que não tem renda fixa nem pra pagar a conta de luz.

Abstinência poética

não se faz poesia com linhas brancas.